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Disco de Phaistos - Mistério - Deusa Mãe - Nossa Senhora

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"O disco de Phaistos (também escrito Disk Phaistos, Phaestos Disc) é um disco de barro cozido do palácio minóico de Phaistos na ilha grega de Creta, possivelmente datando da Idade do Bronze média ou tardia Minoan (segundo milênio aC)."




"A outra palavra a considerar é que a partir de A-QE, que é encontrada dez vezes fora das palavras e sessenta e um no disco Phaistos." "Esta raiz é realmente por isso que o disco Phaistos foi escrito, ou melhor, impresso, e é a chave que um dia vai desbloquear o seu significado." "A raiz A-QE-pode ser ligado a AKKA que é encontrado em muitos idiomas indo-europeus significando mãe e pode muito bem ser conectado com agapo em grego." "Se assim for, esta seria uma referência à Grande Deusa Mãe de Creta, ASASARAME, Astarte, etc Demeter e explicaria a rima Disk Phaistos como um hino à Grande Deusa Mãe, o que também seria a interpretação mais provável, devido à sua Minoan contexto e em conformidade com o que sabemos sobre a religião minóica."
Extraído de: http://astronomy.activeboard.com/t42088525/the-phaistos-disc/





Créditos: canal de
em 26/12/2011

O disco Phaistos é um curioso achado arqueológico, provavelmente data de cerca de 1700 A.C. Seu propósito e significado, e até mesmo seu lugar de origem geográfica de fabricação, continuam a ser um mistério, tornando-o um dos mais famosos mistérios da arqueologia.

Mas nesse pequeno DOC especula-se que se trata de uma oração impressa que deve ser dedicada a "Deusa Mãe", uma entidade misteriosa geralmente identificada com um nome de sonoridade "Akko".

Uma deusa antiga contemporânea dos Egípcios, essa parece ser a mesma Deusa Ísis, também pode se tratar da mesma chamada de Semíramis da Babilônia, também pode ser a Laskimi da Índia, etc...

O disco de Phaistos foi descoberto na Ilha de Creta, no porão da sala XL-101 do Palácio Minoano, perto de Hagia Triada, na costa sul de Creta.

O arqueólogo italiano Luigi Pernier recuperou, incrivelmente intacto, este "prato", com cerca de 15 cm. de diâmetro e pouco mais de 1 cm. de espessura, em 03 de julho de 1908.

A inscrição foi feita pressionando hieróglifos pré-formados na argila mole, em uma seqüência seguindo uma espiral no sentido horário em direção ao centro do disco. Há um total de 241 figuras no disco.

Muitos dos desenhoe representam coisas facilmente identificáveis, de todos os dias, incluindo figuras humanas, peixes, aves, insetos, plantas, um barco, um escudo, uma equipe de funcionários, etc. O disco apresenta traços de correções feitas pelo escriba em vários lugares.

Fonte: http://www.imagick.org.br/pagmag/Mystery/myst96.html
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COLABORAÇÃO DE
Kan Semente Amarelo Sul Galático

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Lado A do disco
Disco de Festos
O disco de festos é um curioso achado arqueológico, provavelmente datado do metade ou do final da era do bronze da civilização minóica. Seu propósito, significado e até mesmo o local de manufatura, permanecem disputados, fazendo do disco um dos mais famosos mistérios da arqueologia. Este objeto único atualmente está em exibição no museu arqueológico de Iráclio em Creta, Grécia.


Descoberta
O disco de festos ou faistos, foi descoberto em julho de 1908 pelo arqueólogo italiano Luigi Pernier no sítio arqueológico do palácio minoano de Festos, próximo a Hagia Triada na costa sul de Creta.


Festos
Festos (em grego: Φαιστός) é uma cidade antiga da ilha de Creta. Festos foi localizada na porção centro-sul da ilha, aproximadamente 5,6 km do mar mediterrâneo. Foi habitada desde cerca de 4 000 a.C.[1][2] Um palácio, datado da Idade do Bronze Médio, foi destruído por um terremoto durante a Idade do Bronze Superior. Cnossos, juntamente com outros sítios minoicos foi destruído na mesma época. O palácio acabou por ser reconstruído mais tarde.

Mapa da Creta minoica.

Referências mitológicas
A referência a Festo na literatura da Grécia antiga é bastante frequente. Festos é referenciada por Homero como "bem povoada"[3][4], e os épicos homéricos indicam sua participação na Guerra de Tróia.[5]
O historiador Diodoro Sículo indica que Festos, junto com Cnossos e Cidônia, são as três cidades que foram fundadas pelo rei Minos em Creta. Em vez disso, Pausânias e Estevão de Bizâncio suportam em seus textos que o fundador da cidade foi Festo, filho de Hércules ou Ropalo,[6] que governava Sicião (então sucessor de Ianisco[7]) e que em obediência a um oráculo migrou para Creta, deixando o reino para Zeuxipo, filho de Apolo.[8]
A cidade está especialmente associada ao mítico rei de Creta Radamanto.[9]

História
Festos - visão geral


O primeiro palácio foi construído por volta de 1 900 a.C., durante o período protopalaciano[10] e, assim como outros palácios (Cnossos, Malia), está localizado nas planícies mais férteis da ilha, permitindo que seus proprietários acumulassem riquezas, especialmente agrícolas, como evidenciados pelos grandes armazéns para produtos agrícolas encontrados nos palácios.[11]
Foi posteriormente reconstruído duas vezes devido a extensivos danos por causas naturais (primeiro em torno de 1 700 a.C.; depois em 1 400 a.C.[9]).[12] Quando o palácio era destruído, os reconstrutores construíram o novo palácio sobre o antigo.
Alabastro assim como outros materiais foram utilizados para a construção dos palácios. Em torno de 1 400 a.C. (1 420 a.C.[13] ou 1 375 a.C.[14]) os aqueus invadiram a ilha, no entanto, não foram encontrados substratos micênicos em Festos o que pode indicar que o sítio foi completamente abandonado.
O local foi reabitado durante o período geométrico, sendo que a partir do milênio I a.C. a cidade perdeu gradativamente sua influência na ilha devido a proeminente expansão da cidade vizinha de Gortina.[15] Festos possuía sua própria moeda, que tinha entre suas representações Europa sentada em um touro, Talos com asas, Hércules sem barba sendo coroado e Zeus na forma de um jovem nu sentado em uma árvore. As deusas Afrodite e Leto eram cultuadas. Segundo Estrabão, Epimênides era nativo da cidade.[16]
Durante o período helenístico Festos criou uma aliança com outras cidades autônomas de Creta, e com o rei de Pérgamo Eumenes II. Em 200 a.C.[9]
Festos foi destruída por Gortina e desde então deixou de existir na história da ilha de Creta.[16]

Arqueologia

Ruínas de Festos.


A detecção e identificação de Festos tiveram como principal base os textos de Estrabão,[17] que determinou a posição de Festos entre a cidade vizinha de Gortina, Matala (porto de Festos) e do mar.
Em 1884, o arqueólogo italiano Alberto visitou a área tendo acidentalmente encontrado oferendas funerárias protopalacianas perto da igreja de Santo Onofre, no norte da área, e a caverna de Kamares (de onde provêm o nome de um estilo artístico minoico[18]) na encosta da montanha Psiloritis (Monte Ida).
De 1900 em diante, as escavações foram feitas pela Escola Italiana de Arqueologia de Atenas, que trouxe à luz as famosas ruínas de Festos. Festos foi escavada pela primeira vez pelos arqueólogos italianos Federico Halbherr e Luigi Pernier.
Em 1908 Pernier encontrou nas ruínas de Festos o famoso Disco de Festos[19] (um disco de barro datado entre 1900 e 1 450 a.C.). Novas escavações em 1950-1971 foram conduzidas por Doro Levi que descobriu uma grande fração do palácio.
Próximo as ruínas palacianas foram encontradas as criptas dos governantes locais.
O nome do sítio também apareceu em textos em Linear A parcialmente decifrados, e é provavelmente semelhante à micênica "P-A-I-T-O" como escrito em Linear B. Vários kouloura (silos subterrâneos) foram encontrados em Festos.[20]
Cerâmica dos períodos minoano médio e recente foi recuperada, estando inclusos itens policromados e imitações de trabalho em metal.[15] Os itens encontrados em Festos incluem tigelas, copos, jarras altas e pithoi imensos com padrões geométricos e zoomórficos, assim como joias.[15]


Em Festos é bem visível os restos da ala ocidental do palácio do período protopalaciano, uma ala rodeada por uma série de grandes pátios pavimentados em três níveis diferentes que foram adentrados por meio de duas entradas principais, bem como através de pelo menos cinco entradas menores.[20] Este palácio foi semelhante ao de Cnossos, embora este fosse menor. Sobre suas ruínas um palácio foi construído,[21], no entanto, era menor que o anterior.[22] Festo possuía um teatro, assim como o sítio de Cnossos e, possivelmente, Malia.[20]


Fontes subterrâneas ao palácio, assim como o pequeno rio Ieropotamos foram utilizados para abastecimento do palácio que ostentava um complexo sistema de saneamento de água, uma característica arquitetônica minoica.[9]


O palácio dispõe de um pátio central de 55 metros por 25 metros alinhado a dois pórticos com colunas alternadas e pilares e provido de grande número de corredores.[2] Possuía alas residenciais, cultuais, ateliês e armazéns; estatuetas, vasos cultuais, criptas pilares, bacias lustrais, um forno e machados duplos talhados na pedra foram descobertos,[2] assim como vários artefatos com inscrições em Linear A.[23] Os aposentos reais localizam-se na parte norte do palácio e receberam os respectivos nomes de "Mégaron do Rei" e "Mégaron da Rainha".[2]


Referências

  1. Phaistos Palace Photos and Information (em inglês). www.matala-holidays.gr. Página visitada em 11-12-2011.
  2. a b c d Festos (em inglês). www.uk.digiserve.com/. Página visitada em 13-12-2011.
  3. Homero 2011a, p. v. 648
  4. Homero 2011b, p. v. 269
  5. Homero 2011a, p. 80; II. v. 569
  6. Pausânias 160-176, p. IV. 7
  7. Pausânias 160-176, p. 2.6.6
  8. Pausânias 160-176, p. 2.6.7
  9. a b c d Phaistos archaeological site (em inglês). www.ancient-greece.org/. Página visitada em 11-12-2011.
  10. Phaistos profile (em inglês). www.uk.digiserve.com/. Página visitada em 11-12-2011.
  11. Alexiou 1960, p. 23
  12. Salles 2008, p. 11
  13. Roebuck 1966, p. 77
  14. Welwei 2002, pp. 12-18
  15. a b c C. Michael Hogan. Phaistos Fieldnotes, The Modern Antiquarian (2007) (em inglês). themodernantiquarian.com/. Página visitada em 11-12-2011.
  16. a b Estrabão século I, p. 10.4.14
  17. Estrabão século I, p. Χ 479, 14
  18. Alexiou 1960, p. 25
  19. Haughton 2007, p. 115
  20. a b c Middle Minoan Crete: ARCHITECTURE (em inglês). projectsx.dartmouth.edu/. Página visitada em 11-12-2011.
  21. Faure 2009, pp. 222-223
  22. Alexiou 1960, p. 34
  23. Alexiou 1960, p. 120

Bibliografia

  • Homero. Ilíada (em português). São Paulo: Martin Claret, 2011a. ISBN 85-7232-551-4
  • Homero. Odisseia (em português). São Paulo: Martin Claret, 2011b. ISBN 85-7232-549-2
  • Pausânias. Descrição da Grécia (em grego). [S.l.: s.n.], 160-176.
  • Alexiou, Sotiris. La Crète minoenne (em francês). [S.l.: s.n.], 1960.
  • Salles, Catherine. Larousse das Civilização Antigas: Vol. I Dos faraós à fundação de Roma (em português). São Paulo: Larousse do Brasil, 2008. ISBN 978-85-7635-443-7
  • Roebuck, Carl. The World of Ancient Times (em inglês). Nova Iorque: [s.n.], 1966.
  • Welwei, Karl-Wilhelm. Die Griechische Frühzeit (em alemão). [S.l.: s.n.], 2002. ISBN 3406479855
  • Estrabão. Geographia (em grego). [S.l.: s.n.], século I.
  • Haughton, Brian. Hidden History: Lost Civilizations, Secret Knowledge, and Ancient Mysteries (em inglês). [S.l.: s.n.]. ISBN 1564148971
  • Faure, Janine. Grandes Enigmas da Humanidade Volume II – Fantasmas, Vidas Passadas, Premonições, Poderes Extraordinários, Monstros Humanos e dos Oceanos, Crianças Selvagens, Civilizações Desaparecidas, Pirâmides (em francês). [S.l.: s.n.], 2009. ISBN 978-85-7635-612-7


A Idade do Bronze é um período da civilização no qual ocorreu o desenvolvimento desta liga metálica, resultante da mistura de cobre com estanho. Iniciou-se no Oriente Médio em torno de 3300 a.C. substituindo o Calcolítico, embora noutras regiões esta última idade seja desconhecida e a do bronze tenha substituído diretamente o período neolítico (popularmente conhecida como Idade da Pedra). Na África negra, o neolítico é seguido da idade do ferro.
Trecho extraído de: http://pt.wikipedia.org/wiki/Idade_do_Bronze


Mitologia

Segundo a mitologia, a ilha de Creta possui uma longa intimidade com a história cósmica, especialmente com Zeus.


Zeus
A mutilação de Urano por Saturno (Cronos).
Após Cronos ter castrado seu pai, o titã tornou-se o novo senhor dos céus e desposou sua irmã Reia.
Um oráculo de seu pai profetizou que um de seus filhos iria destroná-lo, então, Cronos, toda vez que sua esposa dava luz a um filho, o devorava, no entanto, Reia, triste com o destino de seus filhos, resolve não entregar seu último filho, Zeus.
Reia, então, envia seu filho para Creta, onde é criado pela cabra Amalteia, e no lugar deste, entrega a Cronos uma pedra embrulhada. Anos depois, a cabra revela a Zeus sua origem e o fim de seus irmãos, o que provoca ódio no deus, a ponto de este aliar-se com sua tia titânide Métis, de quem recebe uma poção que Cronos deveria tomar para vomitar seus parentes.


Cronos tomou a poção e com isso regurgitou seus filhos já crescidos que aliaram-se a Zeus contra Cronos. Este, a seu turno, aliou-se com outros titãs liderados por Atlas, o que deu início a titanomaquia ou Guerra dos Titãs. Para a derrocada dos titãs, Zeus libertou seus tios que haviam sido presos no Tártaro, os ciclopes e os hecatônquiros.
Como resultado, os titãs foram completamente aniquilados e todos, exceto Atlas que recebeu o castigo de sustentar a abóbada celeste, foram enviados para o Tártaro o que deixou o caminho livre para uma nova divisão celeste: Zeus tornou-se senhor dos céus e da terra, e seus irmãos Poseidon e Hades, tornaram-se senhores dos mares e do inferno, respectivamente.


Reis de Creta

Cres
Da união dos cuteres (deuses campestres que protegeram Zeus quando criança) e das irmãs hecatérides, surgiram os sátiros, as oréades e a tribo dos curetes, os primeiros cretenses. Essa tribo era formada por 100 jovens sendo que um deles, Cres, tornou-se rei de Creta. Cres reinou em Creta em 1 964 a.C. ou 1 887 a.C.
Segundo Jerônimo de Stridon, Cres era autóctone, e os curetes sequestraram e criaram Zeus.






Extraído de: http://pt.wikipedia.org/wiki/Disco_de_Festos
http://pt.wikipedia.org/wiki/Festos
http://pt.wikipedia.org/wiki/Civiliza%C3%A7%C3%A3o_minoica


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LEIA TAMBÉM

Kronos, Krios (ou Crius), Créos - Créos, titã do frio e inverno assim como dos rebanhos e das manadas. Saturno (Cronos)



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MARIA, O RETORNO DA DEUSA



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Um comentário:

  1. O DISCO É UMA ORAÇÃO A NOSSA SENHORA!
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